A Marta a apreciar os galões ...
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Galões Branca de Neve e Capuchinho Vermelho
Já chegaram os galões que encomendei à Rosa Pomar, são ainda mais bonitos ao natural, do que no blog. Tenho já em mente o que vou fazer com eles, vamos ver como vai correr. Espero que corresponda às minhas expectativas.
A Marta a apreciar os galões ...
A Marta a apreciar os galões ...
domingo, 21 de outubro de 2007
" O jardim da Celeste" já está pronto
Lembram-se disto?
Era o começo do lençol a que dei o nome do "Jardim da Celeste".
Andei a trabalhar nele desde aí, variando com a mantinha de retalhos e a barra a ponto de cruz. Não gosto de ter um só trabalho, porque assim vou variando conforme o que me apetece fazer.
Mas ontem à noite acabei o lençol, ficou assim:
Amanhã já vai embora, para longe, para a caminha da B., mas não vai sozinho, com ele vai o gato "Nhunhuco"acabadinho de "nascer" das mãos da Ana Sofia, muito fofinho todo feito em malha polar, com aplicações em tecido, olhos , nariz e bigodes bordados.
Gato "Nhunhuco" 18x30cm
Tem sido um fim de semana calmo e caseiro, mas produtivo, foi pena não termos podido sair, atendendo ao tempo espectacular que tem estado, mas o meu marido esteve de serviço, e eu aproveitei para adiantar os meus trabalhos, não faltaram oportunidades para passear.
(Informações telem. 918157577- tereclopes@sapo.pt)
sábado, 20 de outubro de 2007
Trabalhos com retalhos (Patchwork)
Sempre gostei muito dos trabalhos feitos com retalhos de tecido (patchwork). A minha falecida sogra fazia uns sacos com os retalhos de sobras de outros trabalhos. Ainda guardo este muito bonito.
Saco das túlipas


Saco das túlipas
Já há bastantes anos, fiz uma mantinha aos quadrados de crochet para a cama da minha filha Ana Sofia, não tendo a coragem na altura em fazê-la de tecido. Sempre pensei não ter paciência para cortar e unir tantos pedacinhos de tecido, embora fosse um trabalho do qual eu gosto imenso e me sentisse muito tentada a executá-lo. Depois de ter consultado muitos livros e revistas ao longo destes anos todos, e, mais recentemente, a consulta a blogs e sites sobre o tema, resolvi arriscar e começar a fazer uma mantinha de retalhos para uma cama de bebé.
Estou a adorar a experiência, e penso que a seguir a esta, virão outras maiores e talvez mais ambiciosas. Vamos ver...
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Trabalho lindíssimo ...
Viajo bastante pelos blogs, alguns já habituais, dos quais não dispenso a visita quase diária e, por outros que vou descobrindo . Ontem visitei pela primeira vez este blog português http://mis-cia.blogspot.com/, que me deixou encantada com o seu trabalho. Fazem umas bonecas lindíssimas, feitas com muita imaginação e perfeição. Parabéns ao blog pelo excelente trabalho, adorei, passem por lá que quanto a mim vale a pena.
Vejam aqui uma das ditas bonecas, não está linda?
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
BLOG ACTION DAY
PLANETA AZUL

(foto copiada da net)

(foto copiada da net)
Decidi aderir a esta iniciativa e deixar ficar o meu contributo, com algumas regras básicas.
1 -Vamos todos poupar a água potável, ensinando também as nossas crianças a fazê-lo.
2 -Vamos substituir as lâmpadas da nossa casa pelas mais económicas e não deixar as luzes acesas sem necessidade. Desligar sempre os electrodomésticos depois de acabarem o seu trabalho. As lâmpadas pequeninas que eles têm também consomem, e estão ligadas aos milhões por esse mundo fora.
3 - Vamos andar a pé nos pequenos percursos e deixar o carro parado, além de ser benéfico para a saúde também o é para o ambiente. Utilizar sempre que possível os transportes públicos.
4 - Vamos utilizar ao mínimo os sacos do supermercado são muito poluentes e são consumidos em número altíssimo.
Um apelo às meninas dos blogs que têm aptidões para a costura. Porque não fazer uns sacos grandes em tecido resistente para levar ao supermercado, assim só se utilizaria os outros para alguns produtos que corram o risco de derrame. Podem crer que se poupavam muitos sacos.
Vamos a isto que logo aparecerão seguidoras vão ver ...
São estas as regras básicas que me ocorrem no momento, mas que se todos as tentassem cumprir, a pouco e pouco iriam aparecer resultados positivos.
Vamos lutar por esta causa, para que os nossos descendentes, possam continuar a ter o nosso Planeta Azul, com o esplendor do Verde e de todas as cores que compôem a sua Natureza maravilhosa ...
domingo, 14 de outubro de 2007
No tempo das nossas avós...
Numa das minhas habituais visitas ao blog da Rosa Pomar, li um texto , em que ela escrevia sobre os tapetes de trapos portugueses. Este texto fez-me recordar algumas imagens da minha infância, quando já vivíamos no Barreiro e íamos de férias no Verão para o Paúl, a aldeia da minha mãe, localizada mesmo perto de Abrantes.
Lembro-me de ver a minha avó Maria, sentada, a cortar tirinhas de tecidos de padrões , cores e texturas diferentes, de modo que ficassem todas da mesma largura, o que a minha avó conseguia com grande mestria, pois a prática era muita.
Depois de cortadas eram enroladas em grandes novelos que de seguida iam para a tecedeira onde eram tecidas as mantas e os tapetes de trapos. Os tecidos utilizados eram novos, restos dos vestidos, saias , camisas dos homens e de toda a roupa que na época era feita em casa, as peças mais difíceis eram feitas na costureira da terra, que depois da obra feita devolvia os restos dos tecidos da mesma.
Depois das mantas e tapetes serem tecidos vinham para casa das clientes onde eram guarnecidos com as lindas chitas portuguesas que a Rosa tanto gosta e fala. Tenho algumas mantas e tapetes destes, bastante antigos, na minha casa da Abrançalha, quando lá for, vou fotografar para os mostrar.
Para além destas mantas, faziam-se outras na época, também muito bonitas, brancas chamadas "colchas puxadas" que eram muito utilizadas como adorno nas camas dos noivos na noite de casamento, este nome era devido aos desenhos serem executados puxando os fios do tecido. Eram tecidas em teares manuais e rematadas por vezes com lindas franjas. A fazer conjunto eram feitas toalhas de rosto também no tear, com barras na ponta e franja. Estas toalhas eram postas nos lavatórios antigos que existiam em todos os quartos de casal.
Outra coisa que me lembro muito bem, era a vinda do latoeiro à aldeia. Vinha remendar tachos e panelas de alumínio e gateava a loiça de barro (tachos, panelas) e também alguma loiça melhor que se partia mas que tinha aproveitamento, dantes não se deitavam as coisas fora com a facilidade desmedida de hoje, as pessoas tentavam aproveitar tudo ao máximo, a vida era muito difícil e não se compravam as coisas com facilidade.
Passo a mostrar adiante algumas fotografias daquilo que descrevi acima.
Colcha Puxada executada em tear manual

Pormenor de Colcha Puxada
Toalha de rosto executada em tear manual, com franja

Pormenor da toalha de rosto

Travessa de loiça centenária que herdei da minha avó Maria.
Adoro esta travessa.

Adoro-a por ter sido da minha avó, e, também porque está gateada, um raro testemunho desta actividade, que segundo penso está completamente desaparecida.
Lembro-me de ver a minha avó Maria, sentada, a cortar tirinhas de tecidos de padrões , cores e texturas diferentes, de modo que ficassem todas da mesma largura, o que a minha avó conseguia com grande mestria, pois a prática era muita.
Depois de cortadas eram enroladas em grandes novelos que de seguida iam para a tecedeira onde eram tecidas as mantas e os tapetes de trapos. Os tecidos utilizados eram novos, restos dos vestidos, saias , camisas dos homens e de toda a roupa que na época era feita em casa, as peças mais difíceis eram feitas na costureira da terra, que depois da obra feita devolvia os restos dos tecidos da mesma.
Depois das mantas e tapetes serem tecidos vinham para casa das clientes onde eram guarnecidos com as lindas chitas portuguesas que a Rosa tanto gosta e fala. Tenho algumas mantas e tapetes destes, bastante antigos, na minha casa da Abrançalha, quando lá for, vou fotografar para os mostrar.
Para além destas mantas, faziam-se outras na época, também muito bonitas, brancas chamadas "colchas puxadas" que eram muito utilizadas como adorno nas camas dos noivos na noite de casamento, este nome era devido aos desenhos serem executados puxando os fios do tecido. Eram tecidas em teares manuais e rematadas por vezes com lindas franjas. A fazer conjunto eram feitas toalhas de rosto também no tear, com barras na ponta e franja. Estas toalhas eram postas nos lavatórios antigos que existiam em todos os quartos de casal.
Outra coisa que me lembro muito bem, era a vinda do latoeiro à aldeia. Vinha remendar tachos e panelas de alumínio e gateava a loiça de barro (tachos, panelas) e também alguma loiça melhor que se partia mas que tinha aproveitamento, dantes não se deitavam as coisas fora com a facilidade desmedida de hoje, as pessoas tentavam aproveitar tudo ao máximo, a vida era muito difícil e não se compravam as coisas com facilidade.
Passo a mostrar adiante algumas fotografias daquilo que descrevi acima.
Colcha Puxada executada em tear manual
Pormenor de Colcha Puxada
Toalha de rosto executada em tear manual, com franja
Pormenor da toalha de rosto
Travessa de loiça centenária que herdei da minha avó Maria.
Adoro esta travessa.
Adoro-a por ter sido da minha avó, e, também porque está gateada, um raro testemunho desta actividade, que segundo penso está completamente desaparecida.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Galeria de pintura - Parte II
ILUSTRARTE 2007
Estes são os trabalhos executados pela Ana Sofia, para participação na Ilustrarte 2007 - Bienal Internacional de Ilustração para a Infância,na qual participaram 60 países com 1360 candidaturas.
Estes são os trabalhos executados pela Ana Sofia, para participação na Ilustrarte 2007 - Bienal Internacional de Ilustração para a Infância,na qual participaram 60 países com 1360 candidaturas.
Saudade I
Óleo sobre cartão entelado e colagens 23x18 cm
Saudade II
Óleo sobre cartão entelado e colagens 23x18cm
Leva-me esta carta
Óleo sobre cartão entelado e colagens 23x18cm
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